terça-feira, 14 de agosto de 2018

VEREADOR DR. GUEDES PEDE IMPLANTAÇÃO DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM HOSPITAIS DE VARGINHA



Atendendo a solicitação de vários profissionais médicos e estudantes de medicina que possuem domicílio em Varginha, o vereador Dr. Guedes apresentou uma indicação na Câmara Municipal, solicitando estudos e programação para viabilizar a implantação de residência médica no Hospital Bom Pastor e no Hospital Regional. O documento foi encaminhado ao prefeito Antônio Silva, à Diretora Geral da Fundação Hospitalar do Município de Varginha – FHOMUV – Hospital Bom Pastor, Regina Paula Ferreira Pinto Siqueira e ao Diretor Geral do Hospital Regional do Sul de Minas, Rogério Bernardes Bueno.
Segundo Dr. Guedes, apesar de o Município ainda não possuir uma faculdade de Medicina, fato que em breve deve se concretizar, têm-se na cidade vários estudantes que cursam Medicina em outras cidades de Minas e do Brasil, que desejariam cumprir a residência médica na cidade, próximo a seus familiares.
“Esse projeto, se implementado em Varginha, contribuirá muito para o funcionamento dos hospitais da cidade, uma vez que os jovens profissionais da medicina carregam consigo a garra, motivação e disposição em aprender com os excelentes médicos que o município possui, trazendo junto com isto novos conhecimentos e tecnologias que aprenderam e desenvolveram em seus estudos”, destacou.
Ainda de acordo com o parlamentar, o desejo é que seja implantado no Hospital Bom Pastor, a residência médica nas especialidades clínica médica e cirurgia geral e no Hospital Regional, nas especialidades de clínica médica, ginecologia obstetrícia, cirurgia geral e pediatria.



segunda-feira, 13 de agosto de 2018

VEREADOR DELEGADO CELSO ÁVILA PEDE QUE SEJA FORMADA COMISSÃO PARA AUXILIAR APLICAÇÃO DE EMENDAS IMPOSITIVAS



O vereador Delegado Celso Ávila apresentou uma indicação, na Câmara Municipal de Varginha, solicitando ao prefeito e à Mesa Diretora, que seja formada uma comissão com o objetivo de discutir, elaborar, definir e apresentar modelo do Procedimento Operacional Padrão – POP, referente à Emenda Parlamentar Impositiva. A sugestão é que a comissão seja formada por três vereadores, representantes do setor de contabilidade e assessoria técnica da Câmara, técnicos da Secretaria de Planejamento, responsáveis pelo orçamento e execução, Secretaria Municipal da Fazenda e de Saúde com técnico em planejamento orçamentário, garantindo assim, uma melhor gestão do dinheiro público.
A Emenda Impositiva é o instrumento pelo qual os vereadores podem apresentar emendas à Lei Orçamentária Anual – LOA, destinando recursos do Município para determinadas obras, projetos ou instituições.
“A sugestão de formação dessa comissão surgiu durante o curso sobre o orçamento impositivo, ministrado pelo professor Sando Batista Fernandes na Câmara Municipal, que trouxe diversas informações sobre o tema e vimos que, tanto o vereador quanto o cidadão, quando bem informados, pode e deve participar ativamente, contribuindo para que o Legislativo trabalhe efetivamente para melhorar a vida da comunidade e das pessoas”, destacou o parlamentar.
Assegurado pela Constituição Federal, o Orçamento Impositivo garante que 1,2% da receita corrente líquida do município seja reservado a gastos indicados por emendas parlamentares individuais.
“Esse dispositivo provoca a elaboração de projeto de lei e o vereador, sabendo da importância de legislar sobre os assuntos de interesse da comunidade, por acompanhar o dia a dia da população, conhece de perto suas reais necessidades, atentando com isso o melhor destino a ser aplicada a verba”, finalizou o vereador solicitando especial atenção da Administração e da Mesa Diretora para o atendimento da indicação e sua colocação em prática.


Seguridade aprova criação de fundo de promoção dos direitos da mulher

Programa Expressão Nacional debate sobre Fake news e eleições. Dep. Pompeo de Mattos (PDT-RS)
Mattos: parecer pela aprovação com ressalva de que o fundo não pode ser usado em serviços que envolvam, direta ou indiretamente, o aborto provocado
A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (8) proposta que institui o Fundo Nacional para a Promoção dos Direitos da Mulher. O objetivo é viabilizar políticas que visem eliminar a discriminação da mulher.

Entre as fontes previstas para o fundo estão recursos do Orçamento da União e doações. Recursos particulares também poderão integrá-lo. Segundo o texto aprovado, os contribuintes que fizerem doações terão direito à dedução do Imposto de Renda. Para as pessoas jurídicas, o desconto poderá ser do valor total doado, desde que não ultrapasse 1% do imposto devido.

As receitas e o detalhamento das despesas do fundo deverão ser divulgadas mensalmente na internet.

O projeto (PL 7559/14) determina ainda que a gerência do Fundo Nacional para a Promoção dos Direitos da Mulher e a fixação dos critérios para sua utilização caberão ao Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM), ligado ao Ministério dos Direitos Humanos.

Mudanças
A proposta é de autoria da deputada Flávia Morais (PDT-GO) e recebeu parecer favorável do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). Ele apresentou um substitutivo que, entre outros pontos, proíbe o uso do fundo em políticas que facilitem a prática do aborto provocado no Brasil.

Mattos também inseriu dispositivo que reserva pelo menos uma vaga dos conselhos dos direitos da mulher para representante de entidades de defesa da vida do nascituro.

Importância
O deputado destacou a importância da proposta. Segundo ele, a igualdade formal entre homens e mulheres, garantida pela Constituição, tratados internacionais e de leis ainda não se espelha totalmente no cotidiano das brasileiras.

“A promoção dos direitos das mulheres não é satisfeita apenas com textos legislativos; requer notadamente a atuação estatal por meio de políticas públicas, possibilitadas pela construção de fontes estáveis de financiamento”, disse Mattos.

Tramitação
O PL 7559/14 tramita em caráter conclusivo e será analisado agora pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Reportagem – Janary Júnior
Edição – Natalia Doederlein

Fundação Cultural lança revista em comemoração aos nove anos do projeto 5ª da Boa Música




Nesta segunda-feira (13/08), dia em que o projeto 5ª da Boa Música completa nove anos de criação, a Fundação Cultural de Varginha lança uma revista que faz um resgate do projeto entre os anos de 2009 e 2017. 

A publicação 
é composta por
64 páginas e, de acordo com o diretor-superintendente da Fundação Cultural, Leandro Acayaba,
cumpre
três funções

“registro histórico, consolidação do projeto como algo permanente e retribuição pelo trabalho das bandas, que poderão usar a revista como portfólio
, pois todas se apresentam sem cachê
”.

Além do registro das apresentações das bandas,
ela
 conta ainda com duas páginas em que são mostradas fotos de pessoas que participaram das edições. Há ainda um espaço com depoimentos dos fãs do 5ª da Boa Música, como o da produtora cultural Marilaine Rabelo. “O projeto é um espaço fundamental para possibilitar acesso cultural no município de Varginha. Espaço que faz jus ao nome, trazendo música de qualidade autoral e cover”, destaca Marilaine.

A Fundação Cultural solicita que as bandas que tocaram no projeto retirem a versão imprensa na Estação Ferroviária. A revista também já pode ser acessada online pelo site  www.varginhacultural.com.br.

Ajudando a definir sua carreira: o que fazer depois do Ensino Médio?




Ajudando a definir sua carreira: o que fazer depois do Ensino Médio?
Se você não sabe o que fazer depois do Ensino Médio, os testes de carreira podem ser a resposta para o seu problema.
Não é incomum que estudantes terminem o Ensino Médio sem ter ideia de que curso de graduação frequentar, ou mesmo em que área querem atuar. Uma boa saída é procurar ajuda através de testes de carreira.
Essa ferramenta trabalha na direção da reflexão e foi desenvolvida para que o estudante possa se conhecer melhor e fazer uma escolha que seja condizente com sua personalidade.
Através do teste você irá se conhecer um pouco melhor, conhecer as nuances das profissões e do mercado de trabalho. E vale lembrar mais uma vez: a palavra final é sua. Quem deve decidir seguir ou não determinada orientação é você!
Então se você busca um auxílio na tomada de decisão para o seu futuro profissional, clique aqui e realize gratuitamente o seu teste de carreira!
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VEREADOR DUDU OTTONI QUESTIONA POSSÍVEL PROLONGAMENTO DA AVENIDA SÉRGIO DE BIAGI BUENO



O vereador Dudu Ottoni apresentou um requerimento, na Câmara Municipal de Varginha, solicitando ao prefeito, informações sobre a viabilidade e providências já tomadas para realizar os serviços e implantação de obras visando o prolongamento da Avenida Sérgio de Biagi Bueno, no trecho que liga o bairro Parque Mariela, passando pelos bairros Jardim Bouganville, Vale das Palmeiras, Belo Horizonte, Terra Nobre até a Cidade Universitária – UNIS.
Em seu requerimento, o parlamentar questiona o Poder Executivo quanto à viabilidade do prolongamento dessa avenida, previsão de data para este projeto e ainda se existe uma estimativa de custo e de tempo para a realização dessa obra.
Segundo Dudu, a implantação de tal projeto trará enorme benefício para o trânsito da Rodovia BR-491, que liga Varginha a Elói Mendes, uma vez que se constituirá em uma nova alternativa aos veículos que transitam pela rodovia em direção ao UNIS. ”Após a instalação e funcionamento da Cidade Universitária do Grupo Unis, houve considerável aumento do fluxo de veículos naquela região e aumentando o tempo de deslocamento. Assim, é imprescindível que a Administração viabilize o prolongamento da avenida, garantindo maior fluidez no trânsito entre o Centro, Avenida do Contorno e os bairros da região”, concluiu.

Como afinal um professor pode fazer a diferença

Olá, leitor!
Um professor consciente sabe que escolheu uma profissão difícil, na maioria das vezes mal remunerada, exposto a uma rotina desgastante física e mentalmente, principalmente num país em que há muitas lacunas e distorções.
Muitos professores têm vivido tentando equilibrar sua vida pessoal e trabalho e se sentem impotentes diante de tantos desafios da profissão.
Professor perfeito não existe!
É importante encarar os fatos que um bom professor por mais dedicado que seja não será perfeito, por esta razão é importante respeitar a si mesmo, cuidar de sua saúde física e mental, e aprender a ser flexível.
Querer viver com mais entusiasmo sua profissão e querer fazer a diferença na vida dos seus alunos é uma das principais motivações dos professores que já reconheceram que além da vocação para o ensino tem uma missão especial.
Como professor, você precisa estar ciente e lembrar-se da grande responsabilidade de viver sua missão. Como o professor pode fazer a diferença e viver essa missão de forma significativa para seus alunos e sociedade?
Para inspirar professores e educadores compartilhamos algumas formas de fazer a diferença em sala de aula e consequentemente ser uma influência positiva na vida dos alunos. Fonte:

Crescer continuamente em sua profissão

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Um erro que muitos professores comentem é o de confundir o significado da sua missão profissional e valorizar mais a “vocação para ensinar” do que o “preparo para ensinar”. E ao fazer isso procrastinam tudo que envolve o investimento em sua própria formação.
Chega a ser contraditório, mas em meio a tantos desafios e uma rotina desgastante, muitos se perdem no caminho da jornada de aprendizagem. Como promover a educação sem ser um aprendiz primeiro?
“Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.”
Cora Coralina
Coralina expressou muito bem essa ideia, é incoerente transferir conhecimento sem aprender o que se ensina, e também sem aprender como ensinar de forma efetiva.
Então, se você quer ser um professor que faça a diferença manter-se atualizado com as informações mais recentes na área de educação é uma de suas responsabilidades.
Seja por meio de fóruns on-line, workshops, cursos, periódicos profissionais, e sites, procure formas para aprender e se tornar um professor melhor, preparado para ensinar.
Isso levará ao aumento do interesse dos alunos e maior sucesso na aplicação de estratégias pedagógicas. Incluir novas ideias e métodos de ensino pode fazer uma enorme diferença na sala de aula e na vida dos alunos.
“Desenvolva uma paixão para a aprendizagem. Se fizer isso, você nunca vai deixar de crescer.” Anthony J. D’Angelo.

Seja positivo e otimista

Nós sabemos que o professor enfrenta batalhas próprias em sua vida pessoal além do estresse de conciliar muitas classes, escolas, transito, baixo salário…
Mas uma vez que você entra na sala de aula, aprenda a blindar sua mente para a negatividade. Seus alunos merecem mais do que um professor ranzinza. Traga energia positiva para a sala de aula todos os dias. Como? Comece e termine com um sorriso.
Seja um professor positivo, feliz e sorridente. Lembre-se sempre de que a energia positiva é contagiante e cabe a você espalhá-la.
“Um dia sem risada é um dia desperdiçado”
Charlie Chaplin

Diversifique as técnicas de ensino

Quando o professore diversifica os métodos de ensino, fornece aos alunos uma oportunidade maior de aprender.
Cada aluno tem diferentes pontos fortes e dificuldades. Em vez de se concentrar apenas em um método que inclui apenas a uma técnica de aprendizagem, a variação permite que o professor atenda aos diferentes estilos de aprendizagem dos alunos. Os alunos terão mais sucesso na sua jornada de formação e ficarão mais engajados.
Por exemplo, em vez de ministrar uma aula expositiva de 90 minutos, faça 30 minutos com teoria, 30 minutos de atividades que envolvam o máximo possível de música, vídeos e movimentos sinestésicos – e depois 30 minutos de exercícios de fixação e/ou revisão.
Aqui no Canal do Ensino já compartilhamos excelentes ideias de planos de aulas, confira algumas delas:

Promova qualidade de vida através da organização

Como inspirar que os alunos sejam organizados, se você não é? Mais uma vez é importante resgatar a lição “praticar o que você ensina”. Se você quer ser um professor que faz a diferença na sala de aula e na vida dos seus alunos crie padrões de organização para eles e para você mesmo.
Aprenda como aplicar a filosofia japonesa 5 S, que é um método de trabalho muito utilizado nas empresas para promover maior . Cada “S” é uma palavra japonesa: Seiri, Seiton, Seiso, Seiketsu e Shitsuke. O significado de cada palavra expressa um princípio que promove produtividade e qualidade de vida:
  • Seiri, que significa “senso de utilização”;
  • Seiton, que representa o “senso de ordenação”;
  • Seiso, que representa o “senso de limpeza”;
  • Seiketsu, que significa a manutenção das condições físicas e mentais saudáveis, representa o “senso de saúde;
  • Shitsuke, que significa “senso da autodisciplina” e que irá transformar os 4 primeiros S em hábitos e com isso os 5S irão promover a qualidade de vida
Este método pode ser aplicado na vida pessoal, em casa, no ambiente de trabalho, em uma empresa e também em toda a escola.
Para te inspirar com um exemplo, educadores que fazem a diferença implantaram o Programa 5S em uma escola da rede municipal de ensino de uma cidade do Triângulo Mineiro, realizada por meio de um projeto de extensão proposto por membros da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).
Esta escola obteve ótimos resultados e compartilharam o valor desses princípios para os alunos, já que pessoas mais organizadas e disciplinadas tendem a criar melhores oportunidades para o seu desenvolvimento pessoal e também para a comunidade em que estão inseridos.

Demonstre que você se importa com cada aluno

Isso pode parecer óbvio, já que um professor inspirado a fazer a diferença provavelmente motiva e tem interesse pelo bem estar dos alunos.
Mas na prática, como o professor pode demonstrar que se importa com cada aluno, além de ouvi-lo, motivá-lo e interagir para saber como ele se sente etc.?
Uma das formas do professor fazer a diferença é justamente essa, ir além do óbvio. Assim como a ideia de aplicar os 5 Sensos para promover qualidade de vida e produtividade, o professor pode ajudar os alunos a se manterem saudáveis.
​​Como assim?  Incentivando e promovendo a boa saúde, ensinando que uma boa saúde começa com a prevenção de doenças, mas também com hábitos que promovem saúde.
E isso irá fazer muita diferença na vida, no bem-estar dos alunos das suas classes de hoje, e na saúde deles amanhã, consequentemente no seu desempenho acadêmico até para o seu sucesso futuro.
Mesmo que você não seja o professor de educação física da sua escola, mesmo que você não seja professor de Ciências Biológicas, ainda assim há muitas coisas que você pode fazer para garantir que seus alunos tenham uma vida saudável.
Por exemplo, para prevenir gripes como a H1N1, o professor pode além de preparar projetos multidisciplinares com outros colegas, dar exemplos práticos independente da idade de seus alunos e:
  • Ensinar como lavar as mãos e incentivar a lavagem das mãos;
  • Incentivar os alunos a cobrir suas bocas quando tossirem ou espirrarem (e dar o exemplo)
  • Aprender e ensinar como reconhecer os primeiros sinais de doença;
Pesquisar os conselhos de especialistas sobre como promover a saúde e o bem-estar durante todo o ano letivo é importante não só nas temporadas de gripe, ou nas campanhas de combate a alguma doença ou problema de saúde pública como a Dengue.
Ao fazer isso e ensinar, o professor pode fazer a diferença, os alunos praticarão hábitos saudáveis ​​pelo resto de suas vidas!
Compartilhamos aqui no Canal do Ensino 10 atividades para educação infantil que incluem atividades que promovem alguns desses hábitos, confira aqui.

Prepare seus alunos para o futuro

Para fazer a diferença na educação e formação dos alunos, o professor precisa estar atualizado em relação a tecnologias para utilizar em sala de aula e se atualizar em vários conjuntos de habilidades.
Mas para, de fato, contribuir para a formação do aluno, é preciso ensiná-lo a ir além das limitações do conhecimento tradicional e prepará-lo para os requisitos futuros do mercado de trabalho e da vida fora das salas de aula. A grande questão é como o professor pode fazer a diferença e preparar seus alunos para o futuro?
Ensinar robótica, inteligência artificial, tecnologia? No contexto da 4ª revolução industrial em que os profissionais irão se conectar cada vez mais as máquinas, essas podem ser ferramentas fundamentais. No entanto, ensinar técnicas e treinar habilidades para que os futuros profissionais saibam como operar e utilizar tecnologias será a parte mais fácil, já que com o tempo essas se tornarão requisitos e logo chegam aos currículos das escolas e universidades.
O professor motivado a fazer a diferença provavelmente já percebeu que o mercado de trabalho atual exige mais do que as habilidades técnicas e o conhecimento formal dos profissionais.
E ensinar e incentivar que os alunos desenvolvam essas habilidades irá contribuir para a formação de profissionais preparados para o futuro.
Qual dessas habilidades irá fazer diferença na educação dos seus alunos hoje e no futuro?
“Trocaria toda a minha tecnologia por uma tarde com Sócrates”
Steve Jobs
Steve Jobs revolucionou a Tecnologia da Informação e foi promissor no seu relacionamento com as máquinas, mas nesta frase ele expressa indiretamente uma habilidade que lhe fez muita falta, a inteligência emocional!
A inteligência emocional é considerada hoje uma das mais importantes características de um profissional de sucesso, é inegável a importância de que cada indivíduo tenha autoconsciência, tenha boas habilidades interpessoais, capacidade de lidar com emoções (tanto positivas quanto negativas) e muito mais.
Escolas com alunos de diversas origens e culturas sociais e econômicas, professores e educadores com muitos desafios, podem descobrir que ao ensinar e desenvolver inteligência emocional contribui muito para a criação de um ambiente de aprendizado seguro e positivo para os alunos, e consequentemente contribui para seu futuro profissional.
Outras habilidades que podem preparar os alunos para o futuro e que podem fazer diferença na educação deles são:
  • Ensinar os alunos a pensar e aplicar estratégias de solução de problemas
  • Empreendedorismo;
  • Educação Financeira;
  • Gerenciamento de tempo;
  • Técnicas de aprendizagem;
Essas habilidades são apenas alguns exemplos para inspirar você professor a fazer a diferença na sala de aula e na vida dos seus alunos.
Essas atitudes darão aos seus alunos a oportunidade de aprenderem com alguém que vive de fato sua missão de educar, e ainda terão vantagem sobre seus colegas em termos de sucesso acadêmico e profissional no futuro próximo, e eles agradecerão por isso.
Deixe um comentário sobre seus desafios e quais ideias têm colocado em prática para ser um professor que faz diferença!
Até breve!

Tanatologia, Ética e Bioética, Oncologia ginecológica


 Tanatologia, Ética e Bioética, Oncologia ginecológica

Curso de Extensão em Ética e Bioética está com inscrições abertas até o dia 31

Slideshow

Fique por dentro

Mini simpósio em oncologia ginecológica

Dia 14 de agosto, no Caism, com a participação de Oliver Dorigo, da Universidade de Stanford

Liga de Tanatologia promove curso de cuidados paliativos de 14 a 16 de agosto

Eventos

10.08: Saúde Coletiva ao Meio-Dia: Intervenções médicas em contexto de urgência
13.08: Simpósio de Saúde Mental: Loucura, ódio e medicamento
14.08: Mini simpósio em oncologia ginecológica
14.08: Fórum Permanente: Vivemos uma epidemia de autismo? Pesquisas, experiências e desafios
14.08: Liga de Tanatologia promove curso de cuidados paliativos de 14 a 16 de agosto

Esclerose múltipla é tema de audiência na Comissão de Seguridade nesta tarde


A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados realiza nesta tarde audiência pública para debater a inovação nos tratamentos da esclerose múltipla. Estima-se que 35 mil brasileiros tenham esclerose múltipla, a doença autoimune que mais acomete jovens adultos no mundo inteiro. O debate atende requerimento do deputado Alan Rick (DEM-AC).
Em sua justificativa o parlamentar lembra que a fase inicial da doença é sutil, com sintomas transitórios de pouca duração. Isso faz com que muitos pacientes não percebam alterações e não procurem ajuda médica de início. Seus principais sintomas são a fadiga, perda de força de um ou mais membros, dormência e formigamento dos pés e problemas na visão.
Além de um representante do Ministério da Saúde, foram convidados para o debate:
- o presidente da Amigos Múltiplos pela Esclerose (AME), Gustavo San Martin; 
- a presidente do Movimento dos Portadores de Esclerose Múltipla (Mopem) e Conselheira Nacional de Saúde, Cleuza Miguel;
- o médico neurologista da Academia Brasileira de Neurologia Denis Buchetti; 
- o superintendente de Ensino, Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação do Instituto do Cérebro do Rio Grande do Sul (InsCer) e coordenador do Departamento Científico de Neuroimunologia da Academia Brasileira de Neurologia, Douglas Sato. 
Hora e local
A audiência pública será realizada no plenário 7, às 16h30.

Assista ao vivo.
Da Redação - RS

Como fazer doutorado sanduíche em outro país

Olá, leitor!
Você busca fazer o seu doutorado sanduíche em outro país? Neste texto esclarecemos as dúvidas mais comuns e apresentamos dicas de como conseguir alcançar este objetivo que nem sempre é fácil.
Primeiro vale esclarecer o que é um doutorado sanduíche! Ele é um programa de bolsa de estudo no qual o estudante tem a chance de fazer do seu curso de doutorado em outra instituição internacional. Por ser uma oportunidade incrível de estudo, costuma ser concorrida!

Quanto tempo dura o doutorado sanduíche?

 

O tempo de duração do doutorado sanduíche é variável, e depende muito do estudante de doutorado e do programa que se inscreveu. Normalmente o programa tem duração de 3 (três) a 12 (doze) meses, sendo permitida a prorrogação, respeitando o limite máximo de duração da bolsa (12 meses).
Independente deste período, a experiência em outro país pode trazer grandes benefícios para a carreira de um estudante que fez o doutorado sanduíche. Mas se você quer optar por um programa de doutorado sanduíche, é válido lembrar que a maioria dos programas de bolsas de intercâmbio gratuitas demanda o cumprimento de prazos, solicitações e a entrega de documentação.

Preciso pagar para fazer doutorado sanduíche?

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Essa é também uma pergunta muito com. A resposta: depende e varia. Algumas universidades do Brasil e instituições fora concedem bolsa para muitos estudantes, ficando a cargo deles pagar contas extras como moradia, despesas pessoais.
Mas é muito variável. Porque depende do programa que o estudante for realizar o doutorado sanduíche. Por isso, que em alguns casos, os estudantes acabam deixando a oportunidade de fazer o doutorado sanduíche justamente pelo valor a ser pago.
Mesmo que tenha bolsas, ás vezes é preciso arcar com despesas como passagem, moradia, comida, entre outros. E nem sempre os estudantes tem essa condição, ainda mais quando não estão trabalhando. Mas ressaltamos que existem programas que o estudante ganha tudo pago, apenas gasta com as suas despesas pessoais. É bom conversar com seu orientador a respeito e se preparar com antecedência. Fonte:

Pós-graduação no exterior: as taxas e os documentos necessários

Para fazer um doutorado sanduíche fora do país é preciso se programar e preparar com antecedência. Tanto financeiramente, desde juntar os documentos importantes, e que na verdade são muitos.
Realizar um doutorado sanduíche em outro país envolve muitas etapas. E mais do que qualquer outra coisa, você deve ser aceita (o) pela instituição que for estudar. Neste sentido, entra em jogo a carta de aceite! Você sabe do que se trata? Ela  atesta que o programa de pós-graduação te aceitou – no caso de um doutorado pleno no exterior – ou que algum grupo/orientador te acolherá para um intercâmbio/sanduíche.
Agora fique atento a outros tópicos importantes:
1 – Cartão de Crédito;
2 –Tradução juramentada do Histórico;
3 – Cartas de recomendação;
4 – Curriculum vitae;
5 – Carta de motivação;
6a – Graduate Record Examination (GRE);
6b – GRE Subject Test;
7 – TOEFL/IELTS – Proficiência em Inglês;
8 – Papers e Manuscripts.

Requisitos para concorrer: doutorado sanduíche pelo Ciências Sem Fronteiras

Fique atento a estes requisitos para disputar uma vaga de doutorado sanduíche fora do país:
  • Estar formalmente matriculado em curso de doutorado no Brasil reconhecido pela CAPES;
  • Não ser aposentado;
  • Ter conhecimento do idioma utilizado na instituição de destino;
  • Ter anuência do coordenador do curso de pós-graduação e dos orientadores no País e no exterior;
  • Ser brasileiro ou estrangeiro com visto permanente no Brasil;
  • Não acumular a presente bolsa com outras bolsas concedidas com recursos do Tesouro Nacional;
  • O projeto de pesquisa deve estar enquadrado nas áreas contempladas pelo Programa Ciência sem Fronteiras;
  • Demais requisitos e condições exigidos em portarias ou normas específicos da CAPES ou do CNPq.

Benefícios cedidos aos bolsistas do Ciência sem Fronteiras na modalidade Doutorado Sanduíche.

Estados Unidos: 1.300 dólares
Zona do Euro: 1.300 euros
Reino Unido: 1.300 libras
Canadá: 1.470 dólares canadenses
Austrália: 1.650 dólares australianos
Japão: 148.890 ienes
Suécia: 11.750 coroas suecas
Dinamarca: 9.700 coroas dinamarquesas
Noruega: 10.550 coroas norueguesas
Suíça: 1.590 francos suíços

Por que devo fazer um doutorado sanduíche?

Essa é uma dúvida bem comum de muitos estudantes que envolve a questão se eles realmente devem fazer o doutorado sanduíche fora do país. Só que a resposta é muito particular. Realmente em alguns programas o estudante é recomendado a fazer o doutorado fora do país.
Seja para aumentar e progredir com sua pesquisa para a escrita da tese, ou até mesmo para aumentar as suas chances no meio acadêmico dessa área. Muitos, inclusive, são indicados por professores, outros já têm um interesse pessoal e profissional por trás.
Mas de qualquer forma essa é uma decisão importante para qualquer estudante. Ao mesmo tempo em que representa uma oportunidade, é também assumir um compromisso, tanto com os estudos quanto com as abdicações.
Para muitos não é fácil ficar longe da família, e dependendo do tempo pode ser de até anos. Neste caso, terá que fazer novos amigos, se abrir para uma nova cultura e nem sempre este processo é fácil. Por isso, qualquer decisão deve ser tomada com cautela!
Só que fazer um doutorado sanduíche fora do país pode abrir muitas oportunidades. É uma decisão que pode mudar muito a sua vida. Se você quer seguir no meio acadêmico, e está disposto até morar em outro país, lugar, certamente deve ter esta escolha! E toda a experiência é válida. Pode ser que você já fique morando por lá se houver chances de um novo emprego.

Como conseguir fazer doutorado sanduíche fora do país?

Depois que você leu as demais informações e acredita nesta oportunidade, vamos detalhar o que deve fazer para conseguir fazer o doutorado sanduíche fora do país.
Uma dica importante é pesquisar bem antes de decidir para onde ir. Veja realmente se a instituição e programa de ensino vai ajudar você a construir a sua tese. Não adianta perder tempo estudando algo que talvez não vá agregar valor a sua pesquisa.  Por isso, saiba identificar o grupo de pesquisa e orientador que dialoguem com a sua tese.
Além disso, essa forma vai também aumentar as chances de aprovação da bolsa e um melhor aproveitamento da pesquisa em si. E outra dica é ter os seus objetivos bem definidos. Tenha em mente o que você está buscando com o doutorado sanduíche. Você quer continuar na carreira acadêmica? Ou quer trabalhar no mercado de trabalho tradicional? Ou ainda pode ser que tenha outras opções. Mas tenha bem definido os seus objetivos.
Feito isso, é hora de se atentar para as bolsas de estudo. Elas são fundamentais para qualquer processo. Imagine poder fazer o doutorado fora do país com os custos pagos? É uma oportunidade muito boa! Você poderá ter ainda mais tempo apara se dedicar aos seus estudos.
Especialistas também afirmam para ficar atento as taxas das universidades. Mesmo que há um auxílio concedido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), algumas das universidades cobram taxas à parte. Fique atento a isso!
E é muito importante criar uma rede de contatos. Para isso, ser ativo no grupo de pesquisa, conhecer todos os colegas com quem trabalha, participar de congressos relacionados à área, e até confraternizar em happy hours podem ajudar a criar um vínculo com gente importante. Vale ressaltar que fazer parte da pós-graduação fora depende mais de um acordo do que de um processo seletivo formal (por parte da instituição estrangeira).
Fazer um doutorado sanduíche fora do país não quer dizer apenas que o estudante terá oportunidades no meio acadêmico. As oportunidades servem até para trabalhar em empresas bem conceituadas. Isso porque há muitas empresas brasileiras multinacionais que precisam de trabalhadores com diferentes visões de mercado.
Ou seja, fazer um doutorado sanduíche em outro país pode trazer realmente muitas oportunidades para este estudante. Porque justamente estudar em outro país traz conhecimentos e competências para ele. O próprio fato de estar em contato com uma nova cultura possibilita a ele ver novas perspectivas e a capacidade de resolver questões de maneira mais rápida.

Países para fazer doutorado sanduíche

Segue a lista de alguns países que oferecem o doutorado sanduíche:
  • Alemanha;
  • Austrália;
  • Bélgica;
  • Canadá;
  • China;
  • Coreia do Sul;
  • Dinamarca;
  • Espanha;
  • Estados Unidos;
  • Finlândia;
  • França;
  • Holanda;
  • Irlanda;
  • Itália;
  • Japão;
  • Malásia;
  • México;
  • Noruega;
  • Nova Zelândia;
  • Reino Unido;
  • Suíça;
  • Taiwan.
Ou seja, são alguns dos países em que se pode realizar doutorado sanduíche. São muitas opções, desta forma se torna tão importante fazer uma seleção da instituição que pode contribuir de forma positiva para a sua pesquisa.
Se for a sua escolha fazer o doutorado sanduíche fora do país, saiba que isso é possível, mas é preciso levantar toda a documentação e também estar preparado para um não. Nem sempre os planos saem como nós queremos. Também é possível aumentar a sua rede de contatos e conseguir se aproximar de mais pessoas que atuem na área, que podem trazer oportunidades profissionais.
Então, o candidato deve escolher a universidade onde vai estudar e verificar se é possível pedir a bolsa depois de ser aceito na instituição. Levante toda a documentação possível e se for necessário peça ajuda. O limite de idade é outro requisito que pode constar entre as qualificações do candidato. Boa sorte!

REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE VARGINHA SE REÚNE PARA DISCUTIR AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO DA AGENDA 2030




Na quinta-feira,  dia 09, no salão de reuniões da SEDUC, as gestoras da Rede Municipal de Ensino de Varginha e as coordenadoras pedagógicas da Secretaria Municipal de Educação, participaram de uma reunião para o conhecimento do início do trabalho sobre a AGENDA 2030, apresentado pela coordenadora Eliete Maria Abraão Benfica, que se desenvolverá, em primeiro momento nos Cemeis e escolas que ofertam Educação Infantil no município, e se ampliará, gradativamente, aos demais anos subsequentes, no prazo de 12 anos, através de um processo metodológico-pedagógico participativo e permanente. A proposta procura despertar o senso crítico sobre o atual contexto ambiental onde os discentes estão inseridos, bem como incentivar a iniciação científica para melhorias e soluções de problemas procedentes de ações degradantes dos seres humanos na natureza.

Esse movimento começou em setembro de 2015, onde líderes mundiais reuniram-se na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, e decidiram um plano de ação para erradicar a pobreza, proteger o planeta e garantir que as pessoas alcancem a paz e a prosperidade: a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, a qual contém o conjunto de 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Foi firmada uma parceria colaborativa, para implementação de um plano de ação, que traga uma visão transformadora, que anteveja um mundo de alfabetização universal, onde o acesso equitativo e universal à educação de qualidade seja promovido, em todos os níveis, e onde os cuidados de saúde e proteção social, o bem-estar físico, mental e social sejam conhecidos e respeitados.

O principal objetivo é formar nossos pequenos cidadãos para um mundo melhor, onde o meio ambiente humano seja seguro, resiliente e sustentável, com acesso a igualdade de oportunidades que permita a plena satisfação do potencial humano e que contribua para a prosperidade compartilhada.

(Texto: Solange Conde/SEDUC - Varginha/MG)


CIRCUITO SESI DE CORRIDA DE RUA - Etapa Pouso Alegre.


LIRAa classifica Varginha como baixo risco de infestação de Aedes Aegypti




Realizado nos dias 06, 07 e 08  de agosto, o 3º (terceira) LIRAa – Levantamento de Índice Rápido de Aedes Aegypti do ano de 2018, classificou  Varginha como BAIXO RISCO de infestação do mosquito. Realizado em todo território nacional, em cidades com índice de infestação com mais de 2  mil imóveis, o LIRAa consiste em visitar 20% dos quarteirões sorteados no município pelo programa do Ministério da Saúde, 
 Nos imóveis visitados pelo Agente de Combate às Endemias, além do tratamento e eliminação dos focos, são recolhidos exemplares das larvas encontradas, que segue junto a formulário próprio contendo endereço, tipo de depósito e quantidade de larvas sendo encaminhadas ao laboratório do setor onde se faz a contagem e a identificação das mesmas.
 Após todo esse trabalho, todos os dados são lançados no sistema onde o mesmo classifica o município como; Baixo Risco, Médio Risco ou Alto Risco de Infestação. Varginha, que nos dois últimos levantamentos havia sido classificada como  Médio Risco, agora passa para  BAIXO RISCO.
 No total geral foram encontrados seis focos do Aedes Aegypti, contra 71 focos do mosquito Aedes Aegypti do levantamento realizado anteriormente no mês de março, sendo que os bairros com maiores números de depósitos com focos foram: 01 no Bom Pastor, 01 no Jardim Orlândia, 01 no Jardim Andere, 01 no Sion, 01 na  Vargem  e 01  no São Sebastião.  Classificação dos recipientes mais comuns em possuírem focos: prato de plantas, vasos sanitários, sacos plásticos e caixa d'água nível do solo e ralos de tanque.
 Mesmo com os baixos níveis de infestações, o Setor de Vigilância Ambiental, em conjunto com diversas Secretarias do Município, vem realizando diversas ações tais com: Mutirão de Limpeza que nesta próxima quarta-feira, 15/08, será no Bairro Canaã onde os Agentes de Combate às Endemias já estão realizando a limpeza manual com a retirada de lixo e outros, de uma Área Verde localizada às Ruas Prefeito José Vilhena e  Alcina de Carvalho.

Unicamp


Acervo se soma a 1.367.813 itens do Sistema de Bibliotecas da Unicamp, instância fundamental nas atividades de ensino, pesquisa e extensão


A biblioteca do professor, ensaísta e crítico literário Antonio Candido de Mello e Sousa, composta por aproximadamente seis mil livros, acaba de ser doada pela família do intelectual à Unicamp. A transferência do acervo, que já está de posse da Universidade, foi oficializada por meio de carta assinada no último dia 10 de julho pelas três filhas de Antonio Candido, Ana Luisa Escorel, Laura de Mello e Souza e Marina de Mello e Souza. Depois de analisados e catalogados, os volumes serão incorporados às Coleções Especiais e Obras Raras da Biblioteca Central Cesar Lattes (BC-CL).

A primeira edição de Macunaíma, com dedicatória de Mário de Andrade, é um dos livros raros da biblioteca do professor Antonio Candido

Os livros que integram a biblioteca doada à Unicamp abrangem diferentes áreas do conhecimento, entre as quais literatura, história, sociologia, antropologia e geografia. Entre os volumes estão também itens raros, como as primeiras edições de obras de Oswald de Andrade e Mário de Andrade, sendo que muitos exemplares contêm dedicatórias desses autores. Há, ainda, títulos de Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Graciliano Ramos, Guimarães Rosa, Gilberto Freyre, Alvaro Lins, Sérgio Buarque de Holanda, Clarice Lispector e Lygia Fagundes Teles.

Ademais, o acervo é constituído por uma importante Proustiana, compreendendo um número considerável de edições da obra de Marcel Proust, bem como de estudos sobre o escritor francês. “Trata-se do conjunto de livros que Antonio Candido manteve consigo até morrer, uma vez que ao longo da vida doou quantidades significativas de títulos para diferentes bibliotecas, inclusive da Unicamp. Os livros ora oferecidos em doação são os que escolheu manter perto de si, bem como os mais valiosos”, afirmam as filhas do intelectual em carta enviada ao reitor Marcelo Knobel. Leia mais




Laboratório de Pesquisa em Aids monitora, atualmente, cerca de dois mil pacientes atendidos pelas regionais de saúde de Campinas e São João da Boa Vista



Projeto de extensão do IFGW desmistifica a ciência para alunos de ensino médio há 15 anos

Adolescente queima 75% do corpo ao realizar experiência com álcool



O Corpo de Bombeiros atendeu, na manhã de (10/8), na cidade de Ipanema, um jovem de 16 anos que teve 75% do corpo queimado ao realizar uma experiência escolar utilizando álcool.
O adolescente foi atendido pela a unidade de saúde do município e, posteriormente, foi transportado pelo Arcanjo do Corpo de Bombeiros para o Hospital de Pronto Socorro João XXIII.
O ocorrido demonstra a importância de cuidados para evitar queimaduras em diversas situações, especialmente utilizando produtos inflamáveis.
BOMBEIRO: O AMIGO CERTO NAS HORAS INCERTAS!

Aprovada participação de universidade comunitária em Conselho de Educação

Cleia Viana / Câmara dos Deputados
Reunião Ordinária. Dep. Maria do Rosário (PT-RS)
Maria do Rosário: proposta faz justiça à relevância das instituições comunitárias na história da educação superior brasileira
A Comissão de Educação aprovou nesta quarta-feira (8) proposta do deputado Jorginho Mello (PR-SC) que torna obrigatória a participação de representantes de universidades comunitárias na Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE).

O texto também inclui as instituições comunitárias de ensino superior na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB, Lei 9.394/96). Caso o projeto vire lei, as entidades de ensino superior brasileiras passarão a ser classificadas como públicas, privadas ou comunitárias.

Projeto de Lei 9308/17 recebeu parecer favorável da deputada Maria do Rosário (PT-RS). Para ela, a proposta “faz justiça à relevância das instituições comunitárias na história da educação superior brasileira”.

As universidades comunitárias foram criadas pela Lei 12.881/13. A norma considera comunitária a instituição que cumpre alguns requisitos, como constituição sob a forma de associação ou fundação, atuação sem fins lucrativos e com patrimônio próprio.

Segundo o deputado Jorginho Mello, o segmento reúne 12 mil cursos de graduação, que oferecem 2,7 milhões de matrículas.

Câmara superiorAtualmente, a Lei 4.024/61 prevê a indicação de integrantes de instituições de ensino nacionais, públicas e particulares, para compor a Câmara de Educação Superior. Embora as comunitárias sejam enquadradas como instituições particulares, não há dispositivo na lei que garanta a participação delas no colegiado.

O CNE é um órgão colegiado do Ministério da Educação que formula e avalia políticas educacionais. O conselho é composto pelas câmaras de Educação Básica e de Educação Superior, constituídas por 12 conselheiros cada.

Eles são escolhidos e nomeados pelo presidente da República. Pelo menos metade dos indicados nas listas de cada uma das câmaras deve ser baseada em consultas a entidades da sociedade civil da área de educação.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Reportagem – Janary Júnior
Edição – Rachel Librelon

Boletim diário da ONU Brasil: “Equador declara emergência com a chegada de 30 mil venezuelanos em agosto” e 5 outros.


Posted: 10 Aug 2018 02:21 PM PDT
Manifestante diante da Guarda Nacional da Venezuela, em protesto em maio de 2017. Foto: Wikimedia Commons/Efecto Eco
Manifestante diante da Guarda Nacional da Venezuela, em protesto em maio de 2017. Foto: Wikimedia Commons/Efecto Eco
O governo do Equador declarou estado de emergência nesta semana (8) devido ao deslocamento contínuo de venezuelanos para o país. Decisão contempla as províncias de Carchi, Pichincha e El Oro. Apenas na primeira semana de agosto, cerca de 30 mil venezuelanos chegaram ao território — mais de 4 mil por dia. Desde o começo do ano, 547 mil venezuelanos entraram na nação equatoriana pela fronteira com a Colômbia.
A Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) elogiou a medida das autoridades, que permitirá alocar mais recursos para a resposta humanitária à situação de deslocamento. Até 20% dos recém-chegados apresentam necessidades específicas de proteção e outras vulnerabilidades. Grupo de risco inclui pessoas com deficiência, menores de idade, pais solteiros e outros indivíduos responsáveis por terceiros.
Segundo o organismo da ONU, mulheres e meninas — 40% dos venezuelanos que acabaram de entrar no país — enfrentam sérios riscos de violência sexual.
A maioria dos venezuelanos que migram para o Equador continua em direção ao Peru e ao Chile. Cerca de 20%, no entanto, permanecem no país. Desde 2016, as autoridades equatorianas receberam cerca de 7 mil solicitações de refúgio. O governo também tem oferecido outras formas de permanência legal para dezenas de milhares de venezuelanos.
Segundo o ACNUR, com declaração de emergência, o país de acolhimento conseguiu aumentar rapidamente as capacidades de gestão migratória. Com mais recursos, autoridades já conseguem registrar até 5,6 mil migrantes e refugiados por dia. Com isso, evitam que os deslocados durmam a céu aberto, enquanto aguardam o processamento de seus documentos.
O organismo da ONU também está ampliando sua resposta humanitária local. Sob a liderança do governo equatoriano e em conjunto com a Organização Internacional para as Migrações (OIM), a agência reforçou sua presença nos principais pontos de fronteira no norte do Equador. O ACNUR planeja fazer o mesmo no sul do país. A instituição também apoia organismos estatais na determinação do status de refúgio dos venezuelanos solicitantes, além de prover proteção, informação e encaminhamento para serviços de assistência.
Posted: 10 Aug 2018 01:20 PM PDT
Bandeira do Paraguai. Foto: Flickr (CC)/Tetsumo
Bandeira do Paraguai. Foto: Flickr (CC)/Tetsumo
O Senado do Paraguai aprovou na quinta-feira (19) uma lei específica para estabelecer procedimentos de determinação da apatridia — quando uma pessoa não tem nacionalidade. É a primeira vez em que um parlamento na América Latina adota legislação especial sobre o tema. Texto define normas para a proteção dos indivíduos sem cidadania, além de facilitar seu processo de naturalização.
A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) elogiou o país sul-americano pela aprovação da medida. O projeto “Proteção e Facilitação para a Naturalização de Apátridas” foi apresentado pelo senador Pedro Arturo Santa Cruz e aprovado pelo Senado em novembro de 2017. Em 9 de maio de 2018, a Câmara dos Deputados ratificou o texto, com uma série de modificações. Nesta semana, senadores concluíram o processo parlamentar, sancionando a diretiva.
Em 2012, o Paraguai aderiu à Convenção para a Redução dos Casos de Apatridia, de 1961, e em 2014, à Convenção relativa ao Estatuto dos Apátridas, de 1954..
Na América Latina, o Brasil, Equador e México têm leis para a proteção de migrantes, refugiados e apátridas. A Costa Rica também já conta com um decreto sobre a situação de pessoas sem nacionalidade. Mas o caso paraguaio é inédito, segundo o ACNUR, por ter sido o primeiro envolvendo a promulgação de lei abrangente sobre apatridia por um órgão legislativo.
Com a nova resolução, o Estado paraguaio cria um mecanismo para fazer valer a Convenção de 1961. O marco internacional estabelece que, como país signatário, o Paraguai concederá sua nacionalidade a uma pessoa nascida no território de toda nação que não faz parte da Convenção, caso um dos pais tenha cidadania paraguaia. Do contrário, essa pessoa se tornaria apátrida.
O ACNUR estima que pelo menos 10 milhões de pessoas no mundo sejam apátridas. Como resultado, essa população não tem acesso a direitos básicos, como ir à escola, ao médico, encontrar um emprego, abrir uma conta bancária ou se casar. O organismo das Nações Unidas lançou, em novembro de 2014, a campanha global #IBelong, para conscientizar pessoas e governos sobre o problema. Iniciativa tem, como meta, acabar com a apatridia até 2024.
Na avaliação da agência da ONU, a nova lei paraguaia é um desenvolvimento regional importante, que acompanha o compromisso assumido pelos países da América Latina e do Caribe no âmbito do Plano de Ação do Brasil. A estratégia prevê que nações da região erradiquem a apatridia no mesmo prazo determinado pela iniciativa #IBelong.
Posted: 10 Aug 2018 11:24 AM PDT
Hindou Ibrahim defende direito à migração dos povos indígenas que praticam o nomadismo. Foto: Associação para as Mulheres e Povos Indígenas do Chade
Hindou Ibrahim defende direito à migração dos povos indígenas que praticam o nomadismo. Foto: Associação para as Mulheres e Povos Indígenas do Chade
“Se não pudermos acessar e proteger nossos recursos naturais e o meio ambiente, não temos uma identidade e não temos orgulho”. É assim que a ativista indígena Hindou Ibrahim, da etnia Mbororo, do Chade, descreve a privação de direitos, terras e modos de vida tradicionais, um problema que ameaça culturas e povos originários de diferentes partes do mundo.
Em entrevista à ONU Meio Ambiente, para o 9 de agosto, Dia Internacional dos Povos Indígenas, a militante defende o reconhecimento de práticas ancestrais, como a migração nômade.
Recém-nomeada exploradora emergente da National Geographic, Hindou Ibrahim coordena a Associação de Mulheres e Povos Indígenas Peul do Chade e é copresidente do Fórum dos Povos Indígenas sobre Mudanças Climáticas.
ONU Meio Ambiente: Qual é a sua mensagem para jovens indígenas de comunidades de nômades sobre o futuro? É realista pensar que a migração pode ser parte das sociedades modernas?
Eu sou apaixonada por esse tema e falarei sobre isso no Fórum Global de Paisagens, organizado pelas Nações Unidas em Nairóbi, em 29 de agosto. Como povos nômades, nós nos deslocamos bastante. Esse movimento é nosso meio de proteger o meio ambiente, permitindo que os recursos naturais se regenerem entre períodos e estações de migração. Nós interagimos com os animais, pássaros, água e estações, deslocando-se constantemente. Nosso povo tem um rico conhecimento tradicional sobre a função do ecossistema e sobre como equilibrar recursos naturais limitados. Quanto aos jovens, eles devem proteger os direitos dos indígenas de interagir com a terra, com os recursos e com o território e, ao mesmo tempo, proteger os direitos coletivos a terra e leis costumárias.
ONU Meio Ambiente: Como as mudanças climáticas afetam comunidades indígenas como a sua?
Sabemos que as mudanças climáticas estão fazendo nossa reserva de recursos naturais encolher. Nossa estratégia de adaptação é migrar para áreas onde os recursos são mais abundantes. Temos de ser mais tolerantes com a migração humana e com comunidades de nômades que dependem da terra para ter subsistência. Países desenvolvidos consideram que a migração humana, não importa o motivo – ambiental, político, econômico -, tem de ser impedida. Em vez disso, temos de implementar regulações adequadas e reconhecer as necessidades das comunidades migratórias – seja porque estão fugindo de desastres climáticos ou migrando com seus animais de criação.
ONU Meio Ambiente: Em muitos países, comunidades de nômades são encorajadas a se fixar em algum lugar para ter acesso mais fácil a educação e saúde. Você aceita esse tipo de solução?
No Quênia, Chade e muitos outros países, somos forçados a nos estabelecer, mas nossos recursos naturais estão diminuindo e se movendo. Em alguns locais sedentários, os animais vivem aglomerados: eles contraem doenças e destroem o equilíbrio do nosso ecossistema. Isso causa conflito. Temos de incluir deslocamento e migração em planos de desenvolvimento: precisamos de escolas móveis, hospitais móveis e energia móvel, como, por exemplo, a energia solar.

Para nós, desenvolvimento não
tem a ver com prédios altos com 20 andares,
televisões exibindo os mesmos
filmes ou Coca-Cola.

Essas soluções existem mesmo. Temos um modo diferente de viver: temos a dádiva do conhecimento tradicional para fazer previsões sobre o clima, para nos adaptarmos às estações ou usar remédios tradicionais. Essas lições nos ajudam a sobreviver e a poupar nossos recursos. Temos de nos concentrar em preservar essa dádiva, aprendendo e compartilhando-a com outros, a fim de ajudar a nossa próxima geração a se adaptar às mudanças climáticas e outras ameaças que poderemos enfrentar.
ONU Meio Ambiente: Você acha que se estabelecer é uma parte inevitável do desenvolvimento?
Qual o significado de desenvolvimento? Significa globalização ou o bem-estar das pessoas? Para nós, desenvolvimento não tem a ver com prédios altos com 20 andares, televisões exibindo os mesmos filmes ou Coca-Cola. Desenvolvimento tem a ver com acesso a direitos básicos, como educação e saúde, combinados ao nosso conhecimento e nossos remédios tradicionais. Enquanto jovens indígenas, não deveríamos ter de escolher entre desenvolvimento e nossa herança migratória. Todos nós, jovens, queremos um celular. Temos o direito de ir à cidade e arranjar um emprego. Mas as pessoas que trabalham nos centros urbanos não põem leite na mesa do café da manhã ou mantêm a terra em equilíbrio. Hoje, temos uma desigualdade: as áreas urbanas têm acesso a energia, hospitais e escolas. Deveríamos ter esses recursos nas zonas rurais também.
ONU Meio Ambiente: O que precisa ser feito para te ajudar a preservar seu modo de vida indígena?
Se não pudermos acessar e proteger nossos recursos naturais e o meio ambiente, não temos uma identidade e não temos orgulho. A comunidade internacional deve adotar resoluções de modo que comunidades indígenas tenham acesso aos recursos naturais e possam compartilhá-los. Devemos definir e reconhecer, com clareza, corredores de migração, com pontos de descanso e abastecimento de água, a fim de prevenir conflitos. Temos de reconhecer padrões migratórios e o direito de se deslocar como direitos migratórios. Devemos ser mais tolerantes com a migração e geri-la adequadamente. Países desenvolvidos também devem tomar medidas imediatas para conter a mudança climática e emissões danosas porque elas têm impacto em nossos estilos de vida indígenas. Esse é o nosso modo de vida, e temos de lutar para sustentá-lo.
Posted: 10 Aug 2018 08:57 AM PDT
#8M Marcha das Mulheres de Manaus (AM), em março de 2017. Foto: Mídia Ninja
#8M Marcha das Mulheres de Manaus (AM), em março de 2017. Foto: Mídia Ninja
A Organização das Nações Unidas no Brasil lança nesta sexta-feira (10) no Brasil um documento de posição sobre direitos humanos das mulheres no país.
Importantes avanços são identificados, especialmente no âmbito legal, e alertas são mencionados em áreas decisivas para garantir equidade e igualdade de oportunidades para homens e mulheres.
Sete áreas recebem recomendações da ONU Brasil para o cumprimento de normas internacionais em favor dos direitos das mulheres, entre elas, o Plano de Ação de Pequim e a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.
As áreas mencionadas são empoderamento econômico; educação inclusiva e equitativa; saúde integral e inclusiva; enfrentamento a todas as formas de violência contra as mulheres; empoderamento político e representatividade; institucionalidade, orçamento e políticas públicas; e interseccionalidade de gênero, raça e etnia.
Os 30 anos da Constituição Federal são revisitados em conjunto com leis formuladas ao longo deste período, a fim de promover o empoderamento econômico das mulheres.
Um exemplo é a Emenda Constitucional nº 72/2013, mais conhecida como PEC das Trabalhadoras Domésticas, e a Lei Complementar nº 150/2015. Outros exemplos são a proteção ao direito das mulheres viverem sem violência, por meio da Lei Maria da Penha, a Lei nº 11.340/2006, e a tipificação do feminicídio, por meio da a Lei no. 13.104/2015.
Outros exemplos incluem a Lei no. 9.504/1997, em prol do empoderamento e a participação política das mulheres, e recentes medidas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de assegurar 30% dos fundo eleitoral e partidário e 30% do tempo de propaganda para as mulheres nas eleições 2018.
O racismo e outras formas de discriminação étnica são apontados como entraves para a eliminação das desigualdades no país. Para tanto, a ONU Brasil faz o chamado para “alinhamento entre a Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável com a Década Internacional de Afrodescendentes”.
Também sugere que ações voltadas à promoção de atenção integral de saúde das mulheres, educação, empoderamento político e econômico e enfrentamento à violência contra as mulheres incluam estratégias de desconstrução do racismo para gerar impactos diferenciados para as mulheres em sua diversidade, especialmente negras e indígenas.
Um dos principais instrumentos para atuar nesse campo é o Marco de Parceria da ONU para o Desenvolvimento Sustentável 2017-2021, firmado entre a ONU e o governo brasileiro.
Posted: 10 Aug 2018 04:56 AM PDT
Equipes de militares preparam operações de mergulho para resgatar meninos tailandeses que ficaram presos em uma caverna em Chiang Rai, na Tailândia. Foto: Força Aérea dos Estados Unidos/Jessica Tait
Equipes de militares preparam operações de mergulho para resgatar meninos tailandeses que ficaram presos em uma caverna em Chiang Rai, na Tailândia. Foto: Força Aérea dos Estados Unidos/Jessica Tait
A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) celebrou a decisão do governo da Tailândia de conceder cidadania a três meninos que foram resgatados da caverna de Tham Luang em julho último, quando fortes chuvas deixaram 12 adolescentes e seu professor presos em galerias subterrâneas, em Chiang Rai. Os jovens integravam o time de futebol Javalis Selvagens. O docente de educação física e técnico da equipe, Ekapol Chanthawong, também receberá a nacionalidade tailandesa.
O trio de jogadores mirins e o treinador não possuíam nacionalidade de nenhum outro país e, por isso, eram considerados apátridas.
Sem cidadania, indivíduos correm risco de não ter acesso a direitos e serviços básicos. Em alguns casos, ficam impedidos de viajar, casar, ter uma propriedade, trabalhar ou contribuir efetivamente para as sociedades em que vivem, lembra o ACNUR.
“Ao conceder cidadania a esses meninos e ao treinador, a Tailândia lhes deu a chance de sonhar com um futuro melhor e alcançar seu potencial”, afirmou a assessora especial sobre Apatridia do organismo da ONU, Carol Batchelor.
Segundo a especialista, a decisão das autoridades garante para os jovens “uma identidade formal, que abrirá o caminho para que eles atinjam suas aspirações, pertençam e participem como membros plenos da sociedade”.
Na avaliação do ACNUR, a apatridia se torna muitas vezes um problema invisível, que marginaliza as pessoas sem nacionalidade e as separa da comunidade onde estão inseridas. Em 2014, a agência das Nações Unidas lançou a campanha global #IBelong, que conscientiza pessoas e governos sobre a gravidade do problema.
“As pessoas que convivem com a apatridia muitas vezes enfrentam uma vida inteira de incertezas”, acrescenta Batchelor.
“Elogiamos o esforço da Tailândia e chamamos todos os Estados que abrigam populações apátridas a combater a apatridia, que pode ser completamente evitada.”
O Ministério do Interior da Tailândia possui diretrizes sobre a determinação da cidadania para pessoas apátridas. As medidas visam sobretudo os indivíduos das “tribos de montanha”, que vivem em áreas fronteiriças, com acesso limitado a informação.
Desde 2008, cerca de 100 mil pessoas receberam cidadania tailandesa. As autoridades já se comprometeram a resolver a situação de 480 mil apátridas até 2024.
Posted: 09 Aug 2018 02:26 PM PDT
O brasileiro Sergio Vieira de Mello em uma de suas últimas reuniões na ONU em Nova York, em julho de 2003. Foto: ONU/Mark Garten
O brasileiro Sergio Vieira de Mello em uma de suas últimas reuniões na ONU em Nova Iorque, em julho de 2003. Foto: ONU/Mark Garten
Em meio às homenagens pelos 15 anos da morte de Sergio Vieira de Mello, a ZAZ Produções lança na quinta-feira (16), no Palácio do Itamaraty, no Rio de Janeiro, livro e documentário sobre a trajetória do diplomata brasileiro.
O lançamento da obra “Sergio Vieira de Mello: o legado de um herói brasileiro” tem o apoio do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio).
Escrito pelo jornalista Wagner Sarmento, o livro conta a história do alto-comissário da ONU para os direitos humanos morto em agosto de 2003 em um atentado terrorista em Bagdá.
Com uma narrativa realista, a obra tem o prefácio do político e jurista timorense José Ramos-Horta, vencedor do Nobel da Paz em 1996.
O projeto conduzido pela ZAZ Produções levou cinco anos para ficar pronto, após mais de 100 entrevistas realizadas em quase 80 mil quilômetros rodados e pesquisas sobre temas como paz e refúgio.
Representante máximo das Nações Unidas no Iraque, Sergio Vieira de Mello era visto como o futuro secretário-geral da ONU, devido à grande habilidade de negociação e paixão pelo trabalho em campo.
O diplomata virou referência em direitos humanos mundialmente, sendo o responsável por importantes avanços sócio-políticos no Timor-Leste.
O evento terá um coquetel e bate-papo com o jornalista Wagner Sarmento e o diretor-geral do projeto, André Zavarize, sobre o processo de criação do documentário e do livro.
“Em 2018, completam 15 anos do atentado terrorista contra o Sergio, e o que podemos notar é que ele continua vivo. Sua herança permanece e suas ações ainda ecoam em diversos países. É um brasileiro do qual temos que nos orgulhar”, afirma Zavarize.
O público presente terá oportunidade de assistir a uma “avant-première” do documentário, dirigido e produzido por Zavarize e que estará em breve nos festivais de cinema brasileiros.

Serviço

Local: Palácio do Itamaraty
Endereço: Avenida Marechal Floriano, 196
Data: 16 de agosto de 2018
Horário: a partir das 11h
Clique aqui para se inscrever no evento.